Jusfilosofia Trabalhava eu quando o representante da Reclamada me perguntou:
- Doutora, a senhora não acha que não adianta pedir nada a Maria, que ela não pode fazer nada por nós?
Eu paro pra ouvir:
- Maria?
- Sim, doutora, Maria morreu e não ressucitou, então não adianta a gente pedir nada pra ela não é mesmo?
Nessa hora eu comecei a achar que a Maria, morta, poderia ser a Reclamante, ou a advogada do processo, alguma parte naquela execução:
- Quem é Maria, a sócia do senhor?
- Não! Maria mãe de Jesus!! Veja bem: se só Jesus morreu e ressucitou no terceiro dia, não adianta a gente pedir nada a Maria, que ela está morta!
Eu já disse que adoro a Justiça do Trabalho?