Nox. Festa da Osklen.
Só mesmo por insistência de Paulinha. Eu pensei "bem, na pior das hipóteses, eu vou conhecer um lugar badalado, pro qual provavelmente eu jamais voltarei".
Cheguei tarde,
bem tarde. Eu
odeio sair tarde pros lugares, por todos os motivos, mas especialmente porque se eu chegar em casa e demorar a sair de novo eu muito provavelmente vou ficar com sono, e vou acabar desistindo. Isso quase aconteceu ontem várias vezes. mas eu fui, e consegui me manter acordada até as 2 da manhã.
O pior é que, chegando lá, o que eu jurava que seria uma tranquilidade (2 da manhã de uma quarta-feira!!) era uma inferno de gente. Uma fila enorme. Se eu estivesse sozinha, teria voltado pra casa na hora. Mas eu estava de carona, e eu era, afinal de contas, a companhia de Paulinha. Eu tinha que ficar.
O lugar é interessantinho, mas o público é estranho. Um povo meio zona sul meio gay meio playba. Mas o povo gay era chato, não o povo gay legal-com-festas-onde-todo-mundo-se-joga. Eu não conhecia ninguém, nem me interessei por conhecer. Tinha frutas nos banheiros; não entendi a proposta. O único lugar agradável era o lounge, de onde eu não quis sair.
Resumindo: pra que uma proposta assim e um lugar tão bem aparelhado, se o público é o mesmo de sempre dos lugares de gente-rica-zona-sul?
Ok. Eu admito que sou chata. Admito que apenas uma dose de vodka não é o suficiente pra passar uma noite assim. Admito que o fator idade pode ter atrapalhado (constatei que, de fato, estou envelhecendo rapidamente). E não vou dizer que não me diverti em alguns momentos. Até que tocou Justin. Mas me senti um peixinho fora d´água, e eu certamente levarei isso em consideração da próxima vez que eu trocar minha noite com Anna Karenina pela noite na balada.